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	<title>Bruxismo &#187; tratamento</title>
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		<title>A cura pela internet</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 13:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aleph Ozuas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
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		<description><![CDATA[Os médicos não gostam muito da internet, pois muitos clientes chegam ao consultório armados até os dentes com informações das mais variadas, pesquisadas antes da consulta, com o diagnóstico preciso para discutir com o doutor, que olha pra eles desconfiado e amaldiçoa a rede mundial de computadores. Adamastor foi consultar o oftalmologista devido a um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os médicos não gostam muito da internet, pois muitos clientes chegam ao consultório armados até os dentes com informações das mais variadas, pesquisadas antes da consulta, com o diagnóstico preciso para discutir com o doutor, que olha pra eles desconfiado e amaldiçoa a rede mundial de computadores.</p>
<p>Adamastor foi consultar o oftalmologista devido a um pequeno calombo no olho. Apresentou-se ao médico e foi expondo o seu problema:</p>
<p>— Dr. Fulvio, suspeito ter um ordéolo na pálpebra, um tipo de nódulo de poucos milímetros causado pela inflamação de uma das glândulas sebáceas que produzem a lágrima.</p>
<p>O médico abandonou a expressão inicial de calma e sabedoria e perguntou um pouco irritado:</p>
<p>— Como você sabe disso, já estudou medicina?</p>
<p>— Não senhor, mas dei uma boa pesquisada na internet e encontrei um artigo ilustrado que parecia exatamente com o meu problema.</p>
<p>Dr. Fulvio riu com desdém, balançou a cabeça e falou que era por isso que não gostava da internet, pois os pacientes tinham a mania de procurar respostas para os seus problemas e costumavam se automedicar sem consultar um profissional da área. Teimoso, Adamastor discordou, afirmando que o papel do médico era insubstituível, mas que não havia mal em pesquisar um pouco e tirar algumas dúvidas.</p>
<p>Depois de dois meses de tratamento, aplicando um colírio especial e compressas quentes a cada meia hora, o problema persistiu e a pálpebra de Adamastor continuou com aquela protuberância incômoda que parecia crescer quando ele ficava de mau humor. Então, o médico afirmou que o melhor seria uma pequena cirurgia para extirpar o mal de uma vez por todas. O paciente tremeu na cadeira, enquanto pensava na fria lâmina deslizando sobre sua pálpebra. Perguntou se não havia outra saída e o médico respondeu negativamente. Chegando em casa ele foi pesquisar na internet, ainda não convencido da opinião do médico. Por fim, resolveu consultar outro especialista.</p>
<p>No dia da primeira consulta, o Dr. Lobato preenchia a ficha de Adamastor enquanto ele esperava à sua frente. Encorajado pela demora do médico, ele resolveu sugerir:</p>
<p>— Já tentei as compressas quentes e um colírio especial, creio que a melhor saída agora será a aplicação de um corticosteróide subcutâneo no local.</p>
<p>O Dr. Lobato olhou intrigado para ele, sem saber o que responder.</p>
<p>(<em>publicada no Plural do Notícias do Dia, 5/7/08. p.3</em>)</p>
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